Cobertura vacinal é a principal estratégia para prevenir doenças imunopreveníveis

O trabalho da Atenção Primária em Saúde (APS) tem estratégias e ações coletivas e individuais. O objetivo é buscar a promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e redução de danos na saúde das pessoas. Estas ações realizadas por todos os profissionais da APS visam evitar que as pessoas adoeçam ou que seus quadros piorem. É um trabalho que busca proteger não só o indivíduo, mas sim, a coletividade.

A Fundação Municipal da Saúde vem realizando um intenso trabalho para manter boas coberturas vacinais para evitar doenças imunopreviníveis (que são evitadas através da vacinação). Sendo uma das medidas mais eficazes da saúde pública, evitando surtos de doenças graves ou complicações destas doenças. Segundo a Diretora de Atenção Primária, Dra. Ticiane Remus Zamin, “A queda na cobertura vacinal no país está trazendo o retorno de doenças anteriormente controladas ou eliminadas, como coqueluche, sarampo e a poliomielite, representando um risco significativo à saúde pública. Por isso, a vacinação regular, conforme os calendários recomendados, é essencial para evitar surtos e epidemias”. 

Algumas vacinas novas, incorporadas atualmente ao calendário vacinal brasileiro, como: a vacina contra a dengue (ampliada para todos os municípios do país para adolescentes de 10 a 14 anos), fornece proteção contra os 4 sorotipos de dengue (DENV1,2,3 e 4). A vacina do HPV é oferecida pelo SUS, é a quadrivalente (HPV4) protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do vírus, prevenindo câncer de colo do útero, ânus, pênis, boca e garganta, além de verrugas genitais. Outra vacina disponibilizada desde dezembro/2025 no SUS é a contra o Vírus sincicial respiratório – VSR (para gestantes a partir da 28ª semana de gestação), sendo que esse vírus extremamente mutante e que causa que causa bronquiolite e pneumonias nos bebês.