Novo recurso do estado permite mais atendimentos neurológicos

reunião neuro

            O Estado do RGS está disponibilizando recursos através da FUMSSAR, para o atendimento neurológico em alta complexidade da população de abrangência da  13ª Coordenadoria Regional de Saúde de Ijuí. O serviço será prestado pelo Hospital Vida& Saúde de Santa Rosa.

            Na terça-feira, 23 houve uma reunião entre com a direção da FUMSSAR, 14ª e 13ª Coordenadorias de Saúde e direção do Hospital Vida & Saúde, para acertarem as tratativas para o início da prestação do serviço.

            O presidente da FUMSSAR Anderson Mantei destacou que esta ação foi possível tendo em vista a referência do modelo de saúde de Santa Rosa e a qualidade dos serviços prestados pelo HVSA. Mantei ressaltou ainda que são mais recursos que virão para a cidade, e também irá aumentar a circulação de mais pessoas, viabilizando  maior consumo no comércio local também.

Campanha de vacinação contra a gripe termina nesta sexta-feira (26); no RS 70,8% do público-alvo se vacinou

vacina
A Campanha de Vacinação contra a influenza termina no próximo dia 26/05. Balanço do Ministério da Saúde indica que, até esta segunda-feira (22/05), foram aplicadas cerca de 1,9 milhões doses da vacina no Rio Grande do Sul, atingindo 70,8% do público. Quem faz parte do grupo prioritário e ainda não se vacinou contra a gripe, tem até esta sexta-feira para ir a um posto e garantir a sua proteção.

No Brasil, 30,6 milhões de pessoas foram vacinadas. Esse total considera todos os grupos com indicação para a vacina, incluindo população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com comorbidades. O público-alvo da campanha no país, que não considera esses grupos, é de 54,2 milhões de pessoas. Desse total, 58,2% foram vacinados.

A meta, neste ano, é vacinar 90% desse público até o dia 26 de maio, quando termina a campanha. Para isso, o Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina, garantindo estoque suficiente para a vacinação em todo o país. A coordenadora Nacional do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, alerta sobre a importância do público-alvo se imunizar dentro do prazo de vacinação para evitar a gripe e seus possíveis agravamentos. “É de fundamental importância que a população-alvo busque, o quanto antes, os postos de vacinação para garantir a proteção contra a influenza, principalmente neste período, que antecede o inverno”, destacou.

Até o momento, nenhum grupo prioritário atingiu a meta de vacinação. Entre os públicos-alvo, os idosos registraram a maior cobertura vacinal, com 14 milhões de doses aplicadas, o que representa 67,1% deste público, seguido pelas puérperas (65,4%) e trabalhadores de saúde (59,4%). Os grupos que menos se vacinaram são indígenas (37,1%), crianças (44,9%), gestantes (49,2%) e professores (52,4%). Além do grupo prioritário, também foram aplicadas 6,2 milhões de doses nos grupos de pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e trabalhadores do sistema prisional.

 

Os estados com a maior cobertura de vacinação no país, até o momento, são: Amapá (79,4%), Paraná (74,1%), Santa Catarina (72,3%), Rio Grande do Sul (70,8%), e Goiás (66%). Já os estados com menor cobertura são: Roraima (41,5%), Pará (44,3%), Rondônia (44,6%), Rio de Janeiro (45,8%), Mato Grosso (48,5%), Acre (48,6%) e Piauí (50,4%).

 

Desde o dia 17 de abril, a vacina contra a gripe está disponível nos postos de vacinação para crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; povos indígenas; gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto); população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores que são a novidade deste ano.

 

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. 

 

SEGURANÇA - A vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde em 2015 protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A vacina contra influenza é segura e também é considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

 

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe vai do final de maio até agosto.

 

PREVENÇÃO - A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

 

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração. 

 

Assessoria de Comunicação FUMSSAR

Fonte- Ministério da Saúde

 

Brasil é primeiro país a criar metas para a Década da Nutrição

ministro

 

O Brasil tornou-se, nesta segunda-feira (22), o primeiro país a se comprometer formalmente com metas específicas para a Década de Ação em Nutrição da Organização das Nações Unidas (ONU). Durante a Assembleia Mundial da Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra (Suíça), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou o compromisso brasileiro com três metas de nutrição para 2019, bem como apresentou ações concretas a serem implementadas para atingir os objetivos estabelecidos.

“Com o propósito de fortalecer a Década de Ação das Nações Unidas para a Nutrição, o Brasil foi o primeiro país a formalizar junto à OMS compromissos SMART, que assumimos nessa matéria, e que são: deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, reduzir o consumo regular de refrigerantes e suco artificial em, pelo menos, 30% da população adulta, e ampliar o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente em, no mínimo, 17%”, declarou o ministro.

Os compromissos assumidos pelo Brasil foram recebidos por Oleg Chestnov, Assistente Diretor-Geral para Doenças não transmissíveis da OMS, e por Carissa Etienne, Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço da OMS nas Américas. “A parte mais importante da Década da Nutrição é ação, e o Brasil é o primeiro a fazer compromissos SMART [específicos, mensuráveis, atingíveis, relevantes e com prazo]. Esperamos que vários outros sigam o exemplo”, declarou Chestnov.

A diretora da OPAS, por sua vez, destacou que doenças não transmissíveis são a maior causa de mortes prematuras nas Américas. “Eu espero que outros países da região sigam o Brasil e deem passos para implementar esses tipos de ações. Estou orgulhosa de que a região das Américas esteja tomando a liderança na Década de Ação em Nutrição, e OPAS e OMS estão prontos para ajudar a implementar esses compromissos”, declarou Etienne.

As metas assumidas têm relação com obesidade e hábitos alimentares dos brasileiros. A primeira delas é deter o crescimento da obesidade na população adulta por meio de políticas de saúde e segurança alimentar e nutricional. O segundo compromisso é reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta. Por fim, o Brasil se comprometeu a ampliar o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente em no mínimo 17,8%.

Para atingir essas metas, o país tomará diversas medidas, apresentadas por Ricardo Barros durante seu discurso na assembleia e elogiadas pela OMS. Essas ações incluem medidas fiscais (reduções de impostos e criação de subsídios) que reduzam o preço de alimentos frescos, crédito para a agricultura familiar e concessão de benefícios a pessoas de baixa renda para que possam comprar alimentos frescos.

O governo brasileiro também se comprometeu a oferecer refeições mais saudáveis e educação nutricional a crianças nas escolas públicas, bem como a aumentar a compra de produtos da agricultura familiar por parte do poder público. Novos materiais educativos sobre alimentação saudável serão desenvolvidos e distribuídos à população, professores e trabalhadores.

Outra medida importante a ser tomada é a redução da quantidade de sal e açúcar em alimentos processados, bem como a revisão da política de regulação de embalagens, de modo que as quantidades de açúcar sejam apresentadas em destaque na área frontal. Também será regulada a promoção de alimentos e bebidas voltados para crianças, além de restringidas a venda e a propaganda de produtos processados em ambientes de saúde e de educação, assim como em repartições públicas.

Por fim, serão tomadas medidas no sentido de promover a amamentação por meio das unidades básicas de saúde, aumentar o número de unidades para prática de atividades físicas e melhorar o acesso ao cuidado de pessoas com sobrepeso ou obesidade. A Década da Nutrição, proclamada pela Assembleia Geral da ONU em abril de 2016, é uma estrutura para a criação de compromissos, acompanhamento de progressos e reforço da prestação de contas mútua em conformidade com a linha global de metas de nutrição.

ASSEMBLEIA – O evento, que segue até 31 de maio, abordará diversos temas, como sistemas de saúde, obesidade, emergências em saúde, doenças transmissíveis, entre outros. O encontro reúne os 194 países membros da OMS com o objetivo de debater temas emergentes da saúde mundial. Paralelamente às reuniões da Assembleia, o ministro Ricardo Barros cumprirá também dez agendas bilaterais com países como Portugal, Irã, Haiti, Congo, Estados Unidos e Canadá. Os encontros abordarão diversos assuntos e poderão contar com assinatura de documentos de cooperação.

Nessa edição da Assembleia Mundial da Saúde, haverá a eleição do novo diretor do Conselho Executivo da OMS. Em janeiro, a organização selecionou três candidatos para concorrer ao cargo. Estão na disputa o assessor especial do Primeiro-Ministro da Etiópia, Tedros Adhanom, a ex-ministra de Saúde do Paquistão, Sania Nishta, e o assessor especial do Secretário-geral das Nações Unidas, o britânico David Nabarro.

Assessoria de Comunicação FUMSSAR

23/05/2017

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE

FUMSSAR alerta sobre o aumento nos casos de Caxumba em Santa Rosa

cachumba

Em Santa Rosa, somente este ano, já foram notificados à Vigilância Epidemiológica da FUMSSAR 17 casos de caxumba, e três surtos estão sendo investigados. No ano de 2016 inteiro, foram notificados 16 casos e um  surto, demonstrando um crescente aumento no número de casos, fato que pode ser visto em todo o Brasil, acometendo geralmente adolescentes e adultos jovens.

            A caxumba, também conhecida como parotidite ou papeira, é uma doença viral aguda, caracterizada por febre e aumento de uma ou mais glândulas salivares, geralmente a parótida. É transmitida de pessoa a pessoa, pelas vias aéreas, ou por contato com saliva de pessoas infectadas.

            O período de transmissão varia de 6 a 7 dias antes do inicio dos sintomas, até 9 dias após o surgimento deles, período em que o doente deve evitar contato com outras pessoas.

            A caxumba costuma apresentar-se sob forma de surtos, principalmente no inverno e primavera.

            A administração de vacina está indicada antes da exposição. Durante um surto, a vacinação é seletiva, sendo indicada somente as pessoas suscetíveis (não vacinadas).

            O esquema básico vacinal na rede pública é composto pela vacina tríplice viral (que protege contra a caxumba, sarampo e rubéola) aos 12 meses, sendo necessária uma 2ª dose aos 15 meses com a vacina tetraviral (que protege contra caxumba, sarampo, rubéola e varicela).

            Este ano, o Programa Nacional de Imunizações passou a recomendar 2 doses da vacina tríplice viral para menores de 30 anos, e para as pessoas de 30 a 49 anos, a recomendação é que se tenha 1 dose de tríplice viral.

 

 

CEREST realizou Mostra de Saúde do Trabalhador

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O CEREST pensando em suas atividades de educação  e promoção a saúde realizou a I MOSTRA SAÚDE DO TRABALHADOR, com o objetivo de enaltecer o  trabalhador , expondo as diversas profissões e os principais equipamentos que as identificam, também contou um pouco da história das empresas que foram vanguardas na geração de empregos no município de Santa Rosa.

            O mês de maio foi escolhido pois é um mês que lembramos de todos aqueles que constroem, com a força do seu trabalho, o desenvolvimento econômico e social de uma nação!!

Mais um atividade realizada pensando no trabalhador, o CEREST atua com ações de educação, assistência/reabilitação e vigilância em ambientes de trabalho, atendendo os 22 municípios da Fronteira Noroeste. O evento foi realizado durante todo o dia de domingo, 21 no Parque Tape-Porã .

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FUMSSAR escolheu representantes para o Conselho do PREVIROSA

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Escolhidos por eleição os representantes  dos servidores da FUMSSAR , para o Conselho Deliberativo do PREVIROSA. Foram escolhidos um Conselheiro titular e um suplente em eleição realizada durante a sexta-feira,19. O processo eleitoral ocorreu de forma secreta onde durante todo o dia os servidores da FUMSSAR,aptos a votar compareceram ao Centro Administrativo da instituição e também em duas urnas volantes que circularam nas unidades. O resultado da eleição foi o seguinte:

Total de Votantes: 239

Regis Roberto Machado Bonmann- Titular- 169 votos

Tanisse Frakele Trasel Herrmann- Suplente-34 votos

 

 Helena Maria Meinart,- 25 votos

Lisiane Jurach- 10 votos

Voto nulo-1

O mandato  dos eleitos será para dois anos. O processo eleitoral foi todo montado por uma comissão e a eleição foi acompanhada pelo Presidente do PREVIROSA< Salatiel Oliveira. O presidente da FUMSSAR, Anderson Mantei prestigiou o processo.

CIB aprova regionalização do parto visando reduzir mortalidade materno-infantil no Estado

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A resolução também tem por objetivo resolver problemas ligados a falta de estrutura em cidades de pequeno porte
 

A proposta de regionalização do parto e do nascimento no Estado foi aprovada em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), realizada nesta sexta-feira, 12, na Secretaria Estadual da Saúde (SES/RS), em Porto Alegre. O objetivo é qualificar a atenção à saúde da gestante e do recém-nascido e, com isso, reduzir a mortalidade materno-infantil e sequelas que possam afetar a saúde da criança. A resolução foi assinada pelo secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, com a presença do presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS), Diego Espindola, e do secretário de saúde de Porto Alegre, Erno Harzheim.

De 2004 a 2016, 72 municípios gaúchos deixaram de realizar partos em hospitais locais. Com isso, os óbitos infantis caíram de 116 para 35, o que representa uma redução do coeficiente de mortalidade infantil de 21,4 óbitos para 11,2 óbitos para cada 1.000 nascidos vivos. Segundo dados da SES, anualmente, são realizados 140 mil partos no Rio Grande do Sul. Desses, sete mil ocorrem em hospitais de pequeno porte, 50% deles realizados por convênio. Com isso, a expectativa é de que cerca de 3,5 mil partos do Sistema Único de Saúde (SUS) sejam transferidos para instituições regionais, o que equivale a nove partos por dia.

Nos 100 municípios gaúchos que, a partir da regionalização, deixarão de realizar partos, foram registrados 6.808 nascimentos em 2016, com 122 óbitos. Os números representam o dobro do risco de óbitos registrados em municípios que realizam mais de 200 partos por ano em hospitais locais. A expectativa é que, já em 2017, a mortalidade de recém-nascidos diminua para 61 óbitos nesses 100 municípios.

A construção do documento, assinado hoje, envolveu áreas técnicas da SES/RS, das Coordenadorias Regionais de Saúde, Cosems/ RS, Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Assembleia Legislativa, hospitais, Conselhos Estadual e municipais de Saúde e promotoria. As entidades debateram e aprovaram soluções que visam a organização e redefinição das referências de atenção ao parto de risco habitual no SUS e que asseguram a integralidade e a equidade no acesso das gestantes a serviços hospitalares habilitados para este fim. Evidências científicas comprovam que a concentração de ações em serviços que realizam maior quantitativo de procedimentos, promove a qualificação da atenção, a melhoria dos indicadores de saúde e a redução dos custos assistenciais.

A resolução também tem por objetivo resolver problemas ligados a falta de estrutura em cidades de pequeno porte que não possuem condições adequadas para parto e que, em muitos casos, não contam com médicos obstetras e pediatras plantonistas e com UTI Neonatal. Com a regionalização, a Rede de atenção ao parto e nascimento deverá estar presente em cerca de 96 municípios e 120 hospitais.

15/05/2017

Fonte: SES/RS

 

Foto: Mírian Barradas/SES